CA Technologies: segurança em TI virou assunto de diretoria


Companhia prevê que mobilidade e Internet das Coisas levem a uma estrutura de segurança cada vez mais baseada em APIs

São Paulo, 29 de janeiro de 2015 –O ano de 2014 foi marcado por falhas de segurança em redes e sistemas de empresas e de governos, que expuseram não só fotos constrangedoras e dados estratégicos, mas a necessidade de tornar a segurança da informação um tema prioritário. Por isso, a CA Technologies, empresa que está entre as líderes globais de software para turbinar a gestão, desenvolvimento e segurança de TI,aposta que, em 2015,a Segurança deixará de ser uma questão do departamento de Tecnologia para se tornar pauta das reuniões de diretoria.

“Quando brechas de segurança vêm à tona, quem tem de responder por elas são os altos executivos. Essas falhas trazem prejuízo à marca e à corporação como um todo”, afirma o vice-presidente de Segurança da CA Technologies para a América Latina, Marcel Bakker. “Por isso, nada mais natural do que o assunto entrar na pauta das reuniões de conselho e de diretoria. Segurança é, cada vez mais, um tema estratégico.”

Outra tendência identificada pela CA para a área de Segurança está relacionada à mobilidade. Os smartphones passarão a funcionar como ferramentas de autenticação. O grande volume de dados gerado por esses dispositivos e por equipamentos inteligentes aumentarão o desafio de permitir o acesso apenas das pessoas certas aos sistemas. A Economia dos Aplicativos, tendência global de adoção de apps como forma de se relacionar com os consumidores, também pressionará as empresas a investirem em segurança.

“O impacto das falhas de segurança em 2014e as demandas trazidas pela Economia dos Aplicativos vão influenciar a abordagem do gerenciamento de identidade e acesso nos próximos anos. A CA está pronta para ajudar seus clientes a manterem seus sistemas seguros”, dizMarcel Bakker.

Confira as previsões da companhia para o gerenciamento de identidade e acesso em 2015:

1. A estratégia de segurança corporativa passará a ser assunto na reunião de conselho das empresas: Quando ocorre uma falha de segurança, os responsabilizados são os altos executivos da companhia. Isso aumenta o nível de envolvimento deles em questões de estratégia de segurança e de governança. Segurança deixa, assim, de ser um “problema de TI” para ser um “problema da diretoria”.

2. A autenticação universal vai parar no bolso (e não será mais um chaveiro): Cada vez mais, o smartphone será usado como um autenticador universal. Há um interesse crescente em assuntos relacionadosà autenticação em múltiplos fatores, tecnologias de chip e PIN, biometria e novos modelos de pagamento. Tudo isso leva à demanda por um processo cada vez mais simples e ágil. As empresas vão lutar para oferecer uma autenticação “zero-touch” a seus clientes e funcionários, visando uma experiência de acesso mais agradável (e com menos senhas), tendo os dispositivos móveis como elemento-chave.

3.A ampliação do gerenciamento de identidadespara a segurança no acesso àsidentidades:O mercado de identidade passa por uma mudança de prioridades, ocasionada pelos impactos das falhas de segurança ocorridas em 2014. A ênfase passará da administração básica de identidades para um conceito de segurança de identidades. A maioria das brechas de segurança do ano passado estava relacionada ao comprometimento de identidades privilegiadas, o que deixou as organizações vulneráveis ao furto de dados e ao abuso de sistemas. Proteger as empresas contra invasores exigirá novas formas de segurança de identidade e acessoque sejam inteligentes, contextuais e verificáveis.

4. A mobilidade e a Internet das Coisas impulsionarão as arquiteturas baseadas em API: a ascensão contínua do uso de aplicativos móveis e da Internet das Coisas precisa dearquiteturas mais leves e baseadas em APIs, para que os sistemas possam ser conectados mais facilmente ao ecossistema digital. Essas arquiteturas serão capazes de suportar uma grande variedade de usuários acessando aplicativos e dados que estejam na rede corporativa ou na nuvem, por meio de qualquer dispositivo. Uma arquitetura baseada em APIs oferece a agilidade e a flexibilidade necessárias para aderir à Economia dos Aplicativos.

5.As empresas vão adotar um “identity dial tone”, um “ponto de encontro” para acesso às identidades: A Economia dos Aplicativos e o crescente uso de aplicativos móveis levam à necessidade de um caminho comum e centralizado para informações a respeito das identidades e seus direitos de acesso. O “identity dial-tone” pode ser entendido como um “ponto de encontro” confiável e disponível para simplificar o desenvolvimento de aplicativos e alavancar a inovação. Ele abrange todos os aplicativos da companhia, suporta todos os canais de acesso, eestá facilmente acessível por meio de APIs.

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CA Technologies
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SOBRE A CA TECHNOLOGIES

CA Technologies (NASDAQ: CA) cria softwares que potencializam a transformação das empresas e lhes permite aproveitar as oportunidades da economia dos aplicativos. Software está no centro de todas as empresas em todos os setores. Do planejamento ao desenvolvimento, da gestão à segurança, a CA Technologies trabalha com empresas em todo o mundo para mudar a maneira como vivemos, compramos, vendemos e nos comunicamos – por meio da nuvem (privada e pública), de plataformas móveis e de ambientes de TI, dos distribuídos ao mainframe. Saiba mais em www.ca.com/br.

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